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quarta-feira, 4 de maio de 2011

Aquilo que não se espera

ESTA POSTAGEM FOI DELETADA PORQUE ODIN QUIS ASSIM.

terça-feira, 8 de março de 2011

Doce verso mudo

london-abbey-road-signSe quebra a linha tênue enfim do que um dia passou a ser inquietante manhã, entorpecente madrugada e doce ao fim da tarde. Se revela então como o que por trás de toda a perfeição já podia ser imaginado, revela, aspira, retrata e ainda assim re-flerte o mais inesperado brilho nos olhos.
Uma vez que perfeição nunca foi ideal, peso as faces que se equilibram positivamente e por trás dos pensamentos expostos em palavras, encontro na doce voz da qual não me canso de lembrar, a cada ruído da respiração sussurrada, verso surpreendentemente "chose your way" - I will follow you into the dark trying dont look back in anger hoping the same, e a cada momento em que a voz se cala e a presença, contato, pele, lábios e olhos fixos encabulados se tornam a única vontade. É quando me arrisco a dizer novamente que volta a clave há muito calada por bequadros e tantos tombos.
A clave... deixei de buscar alguém que novamente traria o tom, faria enxergar músicas rabiscadas a giz no teto sobre a cama, tentando pegar no sono após ouvir "precisei de 5 minutos".
Acabo de reler as linhas acima, balanço a cabeça num sinal de aprovação ao mesmo tempo que me lembro do quão grave pode ser acreditar cegamente em variações da velocidade dos batimentos. Bobagem, pensar com a razão nunca me fez delirar com uma voz encantadora por mais de 4 horas numa madrugada fria.
E se o delírio não foi só meu é ai que reforço o dito “if not today, maybe sunday, maybe one day, maybe away, make a way.” AND NOTHING WILL CHANGE THIS (ALLY)WAY.

terça-feira, 1 de março de 2011

VETOR


OgAAABPeuQc9qAI0S4Y7Z8FNjinFGDVf3AeAMg-X-zAyBZyQ_Q05MgVsz3O84KVBIbGPeClbaRwiAO6rbRNpSwGJjdoAm1T1UC6g0P4K9Zf5Lmtp4lvGUKmTyQtGTalvez um pedido de desculpas na hora errada ou um simples assunto desconcertado. sabe lá, me pego as vezes no mais insensato devaneio. sempre acerca de algum texto ou simples frase, acervo inquietante das coisas que me chamam atenção.
Aposto pelo simples fato de que na constate sou mero vetor sem direção - talvez também sem derivar as incógnitas estampas xadrezes que me atraem ao incerto. Encontro então um pensamento, olho ao redor, tento assimilara ideia de ter mais em comum com algo de que tanto gostei.
Percebo o erro. talvez vetor não precise afinal de direção, mas sim de um simples empurrão pra que se se estingua a pausa volte a clave e se desintegre a inerte falta de jeito com as palavras, quem sabe compartilhando a presença de voltar a pensar.

sábado, 25 de dezembro de 2010

Etílica

De tanto pensar, tanto querer, sentir, ansiar... 

Por falta ou excesso, começo, meio e AFIM... 

Jogo palavras ao vento, guardo em mim qualquer resposta, réplica ou retórica... 

Concluo, em mim talvez, que sou conclusão de nada. EU, ELA, ele, eleS, NÓS 

Ao fim tudo é fruto de uma noite mal dormida esperando pelo canto de um galo velho... 

Ahh, este canta por obrigação, instinto, manhã... 

Já minha voz fala do álcool, fala de um sonho mal descrito, ou de uma pessoa inexplicavelmente etílica 

Já não escondo sequer os frascos, fracos, rasgos abertos no que esqueci, chama-se coração.



segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Será?

Claro, não sou a pessoa mais indicada pra falar sobre isso, logo eu que não creio que Deus seja dono do destino das pessoas, eu que nunca tive medo de ir pro inferno, uma vez que viver as coisas a favor próprio prazerosamente é tido como infernal... não vem ao caso. O fato é que vejo pessoas falando o tempo todo, clamando à um deus que, reza a lenda, é misericordioso e santo. Santo? Por Deus favor, o que é essa tal santidade que priva os homens de sua natureza? Paro pra pensar então, Infelizes dos gregos que acreditaram piamente numa morte em guerra e promessas de que os Elísios os esperavam... Os Elísios... talvez os Elísios estejam aqui mesmo, ao nosso alcance, Hawaii, Guatemala, Canoa Quebrada, comida da avó... prazeres como o de descansar aos pés de um velho salgueiro numa manhã de quarta-feira ouvindo rock n’ roll num rádio velho... Ahh, Led Zeppelin... AC/DC... Black Sabath... diabolicamente divinos... Santa Bendita hora em que me vi livre de acreditar que meu destino esta escrito ou controlado por mão alheias. Quando parei de acreditar que sou regido passei a perder o sono, me preocupando em escrever meu destino, mudar as linhas antes que as Parcas passem a tesoura e deem um fim na vida que tenho graças a Deus (porque não). Me vejo então na obrigação de simplesmente viver, correr atrás dos meus sonhos e ambições, prazeres e desejos, assim quem sabe, Deus me perdoe pelos que o enchem de responsabilidade por erros humanos.

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segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Mais uma dose…

Quando cheguei me vi em meio a gente que queria ao meu lado. O lugar, aconchegante, pelas paredes marcas das pessoas que sempre, sempre mantive guardadas em alguma parte da memória mas o tempo fez questão de querer que enxergasse outros caminhos. Para muitos deles seria apenas mais um personagem vestido a caráter, para ao menos 3, o velho amigo.
Vejo um casal, parece simples, um casal, duas pessoas com desejos opostos conversando, beijando, dois corpos em atrito contra as leis da física se tornando um. Ao lado deles, uma garota. Só, acompanhada por todos, olhava ao seu redor com a impolgação de uma criança com um novo brinquedo em mãos, estranho a seus olhos e costumes. Acanhada, nota que meu olhar involuntariamente passa a se fixar em seus olhos afoitos. Seu jeito doce, contradizendo as regras ditadas pelo ambiente, me fazendo a acreditar que não era o único que não sabia reagir de forma alheia a situação. A sobriedade talvez tenha causado esta reação de minha parte, timidez é algo que me consome quando acredito ter dominio sobre mim. Me contradigo, volto  a olhar pra garota e tudo o que consigo é sorrir, trocar meia dúzia de palavras e um novo crash de sentidos. Olhos, ouvidos, boca e pele já não respondem aos meus comandos e a cada passo da garota com olhos de mar, mais bobo fica meu sorriso.
A noite vem e enfim… nada, nada porém também não é fim. Sopro, vento, brisa e furia. Nas ruas, a caminho do que um dia chamei de casa, aquela imagem não se apaga. No plano de fundo, em primeiro plano e em pleno pensar. Insône e maltrapilho,  de veras encabulado.

domingo, 5 de setembro de 2010

IMPROVISO, TREVA, RISO e プライド

SIM! As coisas mudam rápido de figura! Os planos que ontem pareciam não fazer sentido simplesmente se apagam e tudo passa a se resumir ao agora, ou o ontem que se estende, também conhecido como lembrança. Lembrança do recente.
Que jamais a lembrança seja do que passou num dia de sombra, e agua turva. Mascaras, figurinos, textos, ARTE. Até que ponto encena-se a comédia que vivemos? Romance, drama, tragédia e suspense são errôneos. Eu que não sei de teatro arrisco a dizer que essa arte não me vale em vida. o improviso deve ser sincero, desinibido e libertino ao ponto de satisfazer o EU. Nunca o personagem que se cria encima de expectativas ou tratamos de querer parecer... Ninguém é fantoche, teatro de marionete humana é arte hipócrita, assim como o discurso feito, os clichês oportunos e a simples idéia de ter planos.


Quem sou eu? Aquele que aprende a força como se esconder atrás de máscaras não passa de medo do real, de se importar mais com o que os outros pensam do que em ser que é. Sou aquele que te segue por becos, que te joga na cara os erros, que através da dor, te faz se sentir forte. Sou pequeno, e adquirível. Sou fraco, quem me alimenta e fortalece é apenas quem me tem. Confundível  com a besta no momentos de fúria, alguns me chamam ORGULHO, nas minhas peças, adjetivo a personagem:

Prazer, sou AQUELE QUE TE FODE!